sábado, 19 de fevereiro de 2011

Noturno


O aço dos meu olhos
E o fel das minhas palavras
Acalmaram meu silêncio... mas deixaram suas marcas!

Se hoje sou deserto
É que eu não sabia
Que as flores, com o tempo, perdem a força... e a ventania vem mais forte!

Hoje só acredito no pulsar das minhas veias
E aquela luz que havia em cada ponto de partida... há muito me deixou

Ahh... coração alado
Desfolharei meus olhos nesse escuro véu
Não acredito mais no fogo ingênuo da paixão
São tantas ilusões perdidas na lembrança...

Nessa estrada, só quem pode me seguir... sou eu!!

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